HIIT: conceitos e aplicações

O exercício físico tem sido considerado uma ferramenta não farmacológica para a prevenção e o tratamento de doenças não transmissíveis, como por exemplo, a obesidade, doenças cardiovasculares e diabetes tipos 2 (MAILLARD et al., 2016; MEYER et al., 2012). No entanto, apesar da comum aceitação dos inúmeros benefícios da prática regular de exercícios físicos, a participação ainda permanece baixa (WHO, 2010).

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Eletroestimulação, suas mentiras, incoerências e suas falsas promessas

O princípio da elestroestimulação é simular a passagem do impulso nervoso, levando o músculo a contrair sem a necessidade de um comendo do seu sistema nervoso central. Isso poderia ser benéfico quando não há possibilidade de gerar movimentos ou contrações voluntárias, como em lesões neurais ou imobilizações. Os vendedores também fazem promessas que não tem lógica. Por exemplo, emagrecer, acabar com a celulite e produzir colágeno. A gordura não “morre eletrocutada”, ela é eliminada por um processo complexo de quebra e oxidação. Da mesma forma, o colágeno não seria produzido meramente por um choque externo e sim por um complexo sistema de reações.

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Treinamento aeróbio “VERSUS” (OU IGUAL?) Treinamento de força? Questionando a dicotomia

A atividade e o exercício físico oferecem proteção contra mortalidade por todas as causas (NOCON et al., 2008) aparentemente seguindo um modelo de dose-resposta (LEE; SKERRETT, 2001; LOPRINZI, 2015). Nesse sentido, melhoras nos níveis de condicionamento cardiorrespiratório (KODAMA et al., 2009; LEE et al., 2011) e força muscular (DANKEL; LOENNEKE; LOPRINZI, 2016) parecem oferecer proteção contra todas as causas de morte.

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O PAPEL DA CARGA NA HIPERTROFIA MUSCULAR

Por muito tempo, atribui-se à carga ou intensidade de carga um papel de grande importância na prescrição de treinamento de força (TF). De acordo com as recomendações tradicionais, cargas relativamente altas (≥ 70% de 1RM) são um pré-requisito para potencializar os ganhos de massa muscular, principalmente em indivíduos treinados (AMERICAN COLLEGE OF SPORTS MEDICINE, 2009; GARBER et al., 2011). Sendo assim, intervalos de cargas foram estabelecidos e o aumento na intensidade de carga se trornou mandatório como progressão de treinos voltados à hipertrofia muscular. No entanto, poucas evidências sustentam o posicionamento a favor da exclusividade de cargas altas e os mecanismos envolvidos no processo ainda não são bem estabelecidos.

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